domingo, julho 24, 2005

Marcos Tourinho, o preposto

Marcos José Fonseca Tourinho, ao menos até passado recente, era funcionário do Paysandu, embora sem cargo específico. Trabalhava em vários setores, era presença constante em todos os jogos, dentro e fora de Belém, participava das transações com jogadores, usufruía do arrendamento da boutique, que funciona na sede social, e até assinou a aprovação das contas da gestão de seu pai em 2003, como membro suplente do Conselho Fiscal. Comporta-se, em resumo, com a desenvoltura própria de um preposto – no caso, do pai, José Arthur Guedes Tourinho, presidente do clube.
Em março de 2004 Marcos foi afastado da responsabilidade sobre as rendas pelo próprio Arthur Tourinho. O motivo do afastamento teria sido a suposta presença de dois suspeitos, que na versão corrente circularam de moto próximo à sede social do Paysandu. Um deles estaria armado, de acordo com o presidente bicolor.
Marcos já havia sido assaltado em um jogo do campeonato paraense, quando três homens levaram toda a renda da partida, de acordo com o relato feito na época. Até hoje o dinheiro não foi recuperado. Depois disso, uma empresa especializada em transporte de valores ficou responsável pela guarda do dinheiro das arrecadações desde a saída do estádio até o destino definido pelo clube.

1 Comments:

At 1:42 PM, Blogger 23x8 said...

Eta família,hem Barata.O outro é promotor no interior,e adora perseguir adversários políticos.A mado de quem?Do Barbalho,é claro.Triste Ministério Público do Estado

 

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