terça-feira, setembro 20, 2005

Cadê o Procon???!!!

O que falta para o Procon agir com rigor, como órgão de defesa do consumidor?
Essa é fatalmente a indagação que emerge, diante da manchete da edição desta terça-feira, 20, de “O Liberal” (www.oliberal.com.br), de acordo com a qual o Pará é estado que mais vende combustível adulterado. A notícia é baseada no boletim da Agência Nacional de Petróleo (ANP), segundo a qual a maior parte das gasolinas irregulares são comercializadas com preços mais baixos do que os preços médios do produto.
A matéria à qual remete a manchete revela que o Pará é o campeão na adulteração de álcool e gasolina. Com relação à gasolina, o estado ocupa o segundo lugar no ranking dos que mais adulteram, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. Quanto ao álcool, ficou constatado que em nenhum outro lugar no País se altera mais o combustível como no Pará.
A notícia acrescenta que os resultados das análises mensais feitas pela ANP mostram que a média de gasolina irregular no Brasil foi de 3%, porcentagem que subiu para 7,5% no Pará.. No caso do álcool, salienta a matéria de “O Liberal”, os índices de não conformidade são ainda mais alarmantes: enquanto a média brasileira foi de 7,4%, o Pará contabilizou nada menos do que 23%, o pior índice do país neste ano.

2 Comments:

At 3:07 PM, Blogger Savoi said...

O Pará se mostra cada vez mais como uma terra de ninquém, na qual todos os problemas e idiosincrasias brasileiras se fazem presentes exponêncialmente maiores. A administração pública, habituada a fragilidade da massa crítica da população, basea-se na mais pura hipocrisia regada a muita propaganda, que beneficia grupos de comunicação aliados que, desse modo, empenham-se em perpetuar a alienação da massa mais humilde da população. Enquanto um estado carente, esse setor da sociedade detrermina a tendência da balança no momento da legitimação de mandatos políticos, e assim tudo continua. A educação é lastimável, com professores e funcionários recebendo salários de fome, assim como os servidores e policiais, que ao serem integrados e sem um programa de acompanhamento e aperfeiçoamento, tornam a o estado caro e ineficiente. A classe política, que com louváveis porém raras exceções, ocupa-se apenas com seus próprios benefícios, não possui unidade mínima para defender os interesses do Pará junto ao governo federal, oque garante o atraso político e social do estado. Assim somos governados por estelionatários e descumpridores da lei e da constituição, oque nos garante, quando não com notícias deprimentes, apenas espaço como “atração” em programas televisivos.

 
At 3:50 PM, Blogger Savoi said...

O Pará se mostra cada vez mais como uma terra de ninquém, na qual todos os problemas e idiosincrasias brasileiras se fazem presentes exponêncialmente maiores. A administração pública, habituada a fragilidade da massa crítica da população, basea-se na mais pura hipocrisia regada a muita propaganda, que beneficia grupos de comunicação aliados que, desse modo, empenham-se em perpetuar a alienação da massa mais humilde da população. Enquanto um estado carente, esse setor da sociedade detrermina a tendência da balança no momento da legitimação de mandatos políticos, e assim tudo continua. A educação é lastimável, com professores e funcionários recebendo salários de fome, assim como os servidores e policiais, que ao serem integrados e sem um programa de acompanhamento e aperfeiçoamento, tornam a o estado caro e ineficiente. A classe política, que com louváveis porém raras exceções, ocupa-se apenas com seus próprios benefícios, não possui unidade mínima para defender os interesses do Pará junto ao governo federal, oque garante o atraso político e social do estado. Assim somos governados por estelionatários e descumpridores da lei e da constituição, oque nos garante, quando não com notícias deprimentes, apenas espaço como “atração” em programas televisivos.

 

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