domingo, outubro 02, 2005

Grampo

Corre como fogo em capim seco a versão de que um secretário especial tucano determinou a escuta telefônica, sem autorização judicial, dos adversários – declarados ou em potencial – do governo Simão Jatene.
Resumindo: trata-se do famoso “grampo”.
Para alguns, a suspeita tem tudo a ver com o suspeito, a começar pela gíria que designa a escuta telefônica e que evoca o universo feminino, com o qual teria grande afinidade, dizem, o tucano abelhudo.