quinta-feira, novembro 03, 2005

Contradições inexplicáveis

Isso posto, inevitavelmente emergem algumas singelas indagações. Como explicar o ziguezaguear dos conceitos emitidos por Hamilton Ribamar a meu respeito? Prevalecem, da parte dele, as avaliações depreciativas feitas em 1996 e reprisadas agora, em 2005, ou deve-se considerar os elogios feitos em 1997, quando recusei-me a cumprimentá-lo e deixei-o com a mão estendida no ar? Ou simplesmente não há prevalência nenhuma, porque o que vale, mesmo, são as eventuais conveniências de Hamilton Ribamar, conforme sugerem as atuais circunstâncias?
Tanta inconstância permite-me concluir que estou diante de alguém absolutamente inescrupuloso, que aparentemente desconhece qualquer noção de respeito, seja por si próprio, seja por outrem.
Da minha parte, posso dizer que continuo o mesmo e nada tenho a retificar sobre o que possa ter escrito a respeito do advogado algo opaco, que é também um cartola medíocre, além de cronista esportivo que padece de notórias limitações.
Mantenho minhas críticas a Hamilton Ribamar não por ser turrão, mas porque a prática, que é efetivamente o critério da verdade, não oferece um mísero indício de que eu possa ter incorrido em algum equívoco e/ou injustiça.
Logo, definitivamente não é a mim que cabe a pecha de pau-mandado.
Pau-mandado é quem, como um líquido, toma a forma do recipiente que o contém.

2 Comments:

At 5:15 PM, Blogger 23x8 said...

...no caso ,um saco de mais perfeita merda,permita-me aduzir,Barata.

 
At 9:39 AM, Blogger nino said...

Aiutom borjes eu peso au seor q min arume uma cesta basica por q eu e aminha mâe e aminha as irman es tamos pasando fome e nâo
temos dieiro para compra porque u quitei maumente da para paga u alugeu da casa

 

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