quarta-feira, dezembro 07, 2005

LÚCIO FLÁVIO PINTO: A versão de Ronaldo Maiorana, em entrevista à "Folha"

A "Folha de S. Paulo" ainda publica, em sua edição desta quarta-feira, 7, a versão oferecida pelo empresário Ronaldo Maiorana, que é também jornalista e diretor editor corporativo de "O Liberal", principal jornal das ORM.
Em seguida, a transcrição da matéria com Ronaldo Maiorana, publicada pela "Folha":

OUTRO LADO

Empresário alega ter sido vítima de ofensas pessoais

DA AGÊNCIA FOLHA

O empresário e jornalista Ronaldo Maiorana, 37, editor do jornal "O Liberal", de Belém, disse que processou Lúcio Flávio Pinto, do jornal "Pessoal", por ele publicar agressões pessoais contra sua família. "Ele mesmo disse que eu fui pelo lado errado [ao agredi-lo]. Que o fórum correto [para a discussão] era a Justiça. Ele tinha razão", disse o empresário.
Desde janeiro, Maiorana disse que entrou com quatro ou cinco processos contra Lúcio Flávio relativos ao conteúdo publicado por ele. Maiorana agrediu o jornalista em janeiro deste ano, em um restaurante, após um artigo no jornal "Pessoal" acusar o fundador do grupo Rômulo Maiorana e pai de Ronaldo de contrabandista.
Segundo o empresário, desde a agressão, as críticas contra a família se intensificaram: "Ele [Lúcio Flávio] pode escrever, mas acho desnecessário falar de uma pessoa que está morta, que não está aqui para se defender. Falou de minha mãe coisas inverídicas. Ela foi órfã, mas não foi prostituta, com todo o respeito às prostitutas".
Segundo Maiorana, Lúcio Flávio nunca telefonou para pedir o ponto de vista da família em relação aos artigos publicados. Ele afirma também que nunca usou o jornal "O Liberal" para atacar o jornalista.
"Eu nunca toquei no nome dele no jornal. Nem iria usar meu jornal para negar que meu pai fora contrabandista", disse.