quarta-feira, dezembro 07, 2005

Um basta ao nhenhenhém

Como são recorrentes as cobranças por críticas deste blog a Jader Barbalho e seus aliados por parte de alguns internautas, devidamente protegidos por pseudônimos, cabe esclarecer de uma vez por todas esse nhenhenhém.
Sobre Jader Barbalho e Hélio Gueiros, por exemplo, sabe-se quase tudo, para ser ameno, sobre as eventuais suspeitas que possam pairar sobre ambos. Até porque, quando às turras, ambos se encarregaram de lavar publicamente a roupa suja, com acusações mútuas de corrupção e desvios éticos, desfechadas em bom e claro português.
No caso de Jader Barbalho tanto pior, porque além do seu desastroso primeiro mandato como governador, a partir do qual passou a ter seu nome associado a denúncias de corrupção, ele tem historicamente contra si um fiscal implacavelmente hostil, de um colossal poder de fogo, que são as Organizações Romulo Maiorana. Uma animosidade hoje turbinada pela disputa que travam pelos leitores, sob o fogo cruzado das retaliações mútuas, os jornais “O Liberal”, das ORM, e o “Diário do Pará”, do grupo de comunicação da família Barbalho.
Agora, as suspeitas que possam pairar sobre Jader Barbalho, ou Hélio Gueiros, ou ainda Alacid Nunes, para mencionar os três ex-governadores citados pelo internauta, não justificam a leniência para com aqueles que os sucederam no poder e que adotam práticas que atribuem e criticam nos seus predecessores.